

Tem gente que vai dizer que penso isso porque sou mulher, tem gente que não vai aceitar minha opinião nem considerando o fato de ser feminina e outros concordarão com o que vou dizer agora...Você vai? Vou! Promete? Prometo!
Começam agora... 15 dias de tortura!
Será que ele vai? Como vai ser? E se ele não for?
Eu finjo que não me importo, eu finjo que não estou nem ai, e na verdade eu não estou! Mas eu vejo todo mundo se preocupando com alguém, tendo em quem pensar que eu acabo me sentindo diferente por não sentir isso também... Então eu te escolhi! Sim, isso mesmo! Eu escolhi alguém para depositar minhas esperanças, para estar em meus sonhos e até mesmo para pensar.
Eu não sei até que ponto isso ainda está em meu controle, e eu espero que totalmente@ Porque depois de algumas experiências passadas, não sei muito bem o que esperar de tudo isso... e na verdade, eu tenho quase certeza que você nem imagina que esse post é sobre você, que meus draminhas tem sim um fundamento e que eu realmente vejo uma certa graça em você!
Posso ser sincera? Eu não to nem ai, mas meu blog precisava de um pouco mais de sentimento... obrigada, te usei mais uma vez!


17h45, esse é o horário mais aguardado nos dias da semana... Pois me garante uma boa caminhada em ótima companhia.
Se estou triste, sei que é nesse horário que vou desabafar, ouvir conselhos, palavras de carinho e demonstrações de amizade.
Se estou feliz, sei que também é nesse horário que poderei contar o que de bom está acontecendo, e alguém vai estar lá, ao meu lado ouvindo, rindo e vivendo a alegria junto comigo.
Também é nesse horário, que eu conheço um pouco mais da vida dessa amiga tão querida, e posso contar um pouco mais sobre mim.
Claro que em milhares de outros momentos também rimos, conversamos, trocamos confidencias, mas é nesse horário que a gente tem a certeza que uma está do lado da outra.
Larissa Miranda, esse é o nome da minha amiga com hora marcada J
Esse texto é uma homenagem à uma pessoa que conhece muito bem cada sentimento, palavra e situação que é exposto aqui.
Um dia desses me perguntaram por que eu tinha parado de escrever. Na falta da resposta aleguei a falta de tempo, mas pensando nisso mais tarde descobri que tinha tempo, tempo de sobra pra pensar no porquê eu não escrevia mais e em tantas outras questões e, se tinha tempo para ficar perdendo tempo pensando, então sim, eu tinha tempo para escrever. Matutei então por que havia parado de escrever. Não cheguei a nenhuma conclusão.
Neste instante me veio a vontade e para não perder nada, cá estou. Vejo que por diversos momentos deixei aos ares histórias, fatos, ideias, súplicas e tantos outros acontecimentos por não traduzir em palavras as sensações sentidas na pele. Foi mesmo muita vida sem vida porque as páginas que deveriam conter emoções estavam em branco. Como um conto de fadas sem fadas, ou então acarajé sem pimenta.
Vim então acrescentar mais pimenta nessa vida, que ela tá muito sem sabor. Vim contar o quanto é chato fazer algo que não gostamos e que é pior ainda fazer algo que não gostamos se as pessoas ao redor deixam isso mais desagradável. E que a melhor sensação do mundo é se sentir prestativa, útil. Melhor que se sentir amada, ou não. Tá no mesmo nível. Mas melhor do que a sensação de realização não há. Com certeza essa bate o amor, o afeto, a felicidade. Realização é um mix disso tudo e por isso é maior. É comida baiana apreciada em todo o mundo e mesmo assim nem todo mundo sabe degustar.
Viver, entre outras teorias encontradas em enciclopédias, vai muito além de estar vivo. Viver não é só o coração batendo e seu cérebro funcionando. Viver é sorrir, enfrentar, batalhar, não se satisfazer, buscar a melhora, reconhecer o erro, acertar, inovar, nunca parar de inovar. Viver é realizar. Qualquer fato que se concretiza, não está por fim terminado. Tarefa cumprida nem sempre é sinônimo de tarefa realizada. Viver é buscar a realização.
É igual pimenta, comida baiana, conto de fadas. Existem vários tipos, paladares, personagens, mas na essência, quando sabemos degustar, todos eles nos levam à pensar que nunca sabemos o que é, mas alguma coisa nos faz sorrir assim que o cérebro recebe o sinal de que captamos corretamente a mensagem.
É o que disse. Não sei por que não escrevia, talvez não estava conseguindo digerir corretamente as mensagens que as coisas estavam me mandando.
